Qual é o futuro da fotografia digital?

Google Glasses

As câmaras e as máquinas fotográficas tornaram-se omnipresentes, tendo criado uma necessidade de registo e de partilha que parte da nossa dimensão social, enquanto seres humanos.

Esta encontra também expressão nos jogos de azar e nos casinos, onde a aventura do jogo se alia à adrenalina da competição com outros jogadores. Hoje, o imenso mundo virtual é capaz de proporcionar os mesmos atrativos que a experiência de um casino real, como resultado dos avanços tecnológicos e do trabalho sobre a imagem e as potencialidades multimédia que presenciamos. Um dos exemplos que trazem o frémito desta experiência até si é a página http://roletaonline.pt, onde o jogo de roleta lhe é proporcionado no contexto da mais alta tecnologia.

Google GlassesAs possibilidades por esta oferecidas não escaparam ao mercado da fotografia, que continua a procurar novos avanços, como os divulgados no artigo “The future of digital photography”:

  • Implantes cibernéticos: Exemplo de tecnologia “usável”, concebido pelo canadiano Rob Spence, que abandonou, em 2009, o seu olho protésico por uma câmara de vídeo que permite que o mundo veja o mesmo que ele. Promete a experiência Google Glass, sem o aparato pouco atrativo dos óculos.
  • 3-Sweep: “Software” que permite a manipulação de objetos planos numa imagem, com funcionalidades de rotação, redimensionamento e adição, como se fossem modelados em 3D. Vem ultrapassar o Photoshop, com um novo conjunto de recursos ao nível da técnica de edição de imagem.
  • Câmaras do tamanho dos grãos de sal: Uma equipa de engenheiros alemães desenvolveu uma máquina digital do tamanho de um grão de sal. Sendo descartáveis e produzidas em 25.000 unidades por lote, os seus custos são reduzidos.
  • Câmaras de cheiro: O mais recente projeto da designer Amy Radcliffe permite capturar moléculas de cheiro, reproduzindo-as quando desejado. O projeto, nomeado Madeline, foi já selecionado para um Prémio Nova.